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quinta-feira, 28 de julho de 2016

Não espere dos outros o que só você pode fazer

Você é o protagonista de sua própria vida. Dificuldades e barreiras sociais não têm o poder de lhe transformar num coadjuvante inexpressivo nas páginas de sua própria história, a não ser que você permita.
Sua inteligência, criatividade e determinação são capazes de transpor essas barreiras aparentemente intransponíveis, gerando prosperidade e dignidade para sua vida e a dos que lhe cercam.
Não espere que algum governo vá lhe ajudar ou que alguém faça por você aquilo que ninguém mais pode resolver: escrever sua história.
Suba no palco, não tenha medo de cair, seja forte para lidar com as dificuldades e não seja manipulado por discursos políticos que promovem o coitadismo a fim de aumentar seu rebanho de descontentes convencidos de que são vítimas do sistema e por isso merecem uma recompensa do Estado às custas dos que trabalham e pagam seus altos impostos.
Nossa recompensa é o fruto que colhemos. A colheita é consequência do que plantamos. Nada debaixo do céu funciona de forma diferente. Tão certo quanto a lei da gravidade, se você plantar e perseverar, você vai colher.
Não há como lutar contra a lei da gravidade. Se você pular do alto de um prédio, vai cair e morrer. Se você esperar colher aquilo que não plantou, nada acontecerá. Mas se artificialmente acontecer, promovido por força de lei, as cláusulas do judiciário não serão capazes de lhe comprar a dignidade que somente os que com seu suor produziram terão a chance de possuí-la.
Não precisa acreditar no que escrevo. Experimente e depois me avise. Apenas gostaria de lembrá-lo que se você estiver enganado, o tempo não poderá voltar atrás e você ficará com as mãos vazias e a dignidade em baixa. Se eu estiver enganado, ainda assim, estarei colhendo o que plantei sem depender do governo para nada.
Suba logo no palco. O show da vida já começou!

Não tenha vergonha, você está no caminho certo

Não tenha vergonha de dizer que acredita no seu futuro, que deseja trabalhar muito para vencer, que deseja construir uma família, que é fiel em seu relacionamento e que acredita que pode vencer no Brasil, apesar de todos os seus problemas.
Não tenha vergonha de dizer que devolve um troco errado, que é uma pessoa de palavra, que não sonega impostos e que acredita no ser humano, apesar de algumas decepções já vividas.
Não tenha vergonha de dizer que você está bastante entusiasmado com seus projetos, que acredita que fará diferença na vida de muitas pessoas, que acredita que pode contribuir com a mudança do mundo, melhorar a vida de muitas famílias e deixar um legado para as próximas gerações.
Por incrível que pareça, com a crescente inversão de valores presente nesta sociedade hipócrita, todos esses atributos nobres acabaram se tornando ultrapassados, cafonas e piegas.
Os que têm a coragem de assumir esse estilo de vida publicamente geralmente são alvo de risadas, chacotas, além de serem tachados de bitolados, iludidos e bobalhões, já que os descolados de plantão costumam ter um comportamento bem diferente.
Se você costuma ser alvo dessas críticas por causa de suas escolhas, parabéns! É sinal de que você está no caminho certo. Além disso, prepare-se para daqui a alguns anos receber alguns desses descolados em seu escritório, carregando um sorrizinho maroto para lhe pedir um emprego.

terça-feira, 26 de julho de 2016

CONSÓRCIO OU FINANCIAMENTO: QUAL A MELHOR FORMA DE COMPRAR SEU CARRO???

Ter o próprio carro facilita muito a vida de quem tem um dia corrido e gasta muito tempo em um ônibus depois do outro, por exemplo.
O veículo já se tornou indispensável na vida das pessoas. E, atualmente, as montadoras têm facilitado cada vez mais o acesso à compra de um carro novo ou seminovo.
Na hora de comprar, duas das maneiras mais procuradas para se adquirir um carro são o consórcio e o financiamento.
Mas qual forma de compra é a melhor? Confira aqui quais são as diferenças entre uma e outra e saiba qual delas é melhor para você!
FINANCIAMENTO: ENTENDA MELHOR
Ao fazer um financiamento, o consumidor sente como se estivesse fazendo uma compra dividida em diversas parcelas.
O que acontece na realidade é que o banco concede um determinado valor de crédito ao consumidor, com o qual ele realiza a compra do veículo, e recebe o valor de volta em um número de vezes predeterminado — até 60 meses.
Parcelar o valor do automóvel, que é um item relativamente caro, pode ser uma saída para adquirir aquele sonhado carro novo ou mesmo o primeiro veículo, principalmente se você tem uma boa quantia disponível para dar uma entrada.
O problema é que financiando o veículo você não pagará apenas pelo seu carro, mas também os juros, cuja taxa varia de banco para banco e que fazem com que o valor final do financiamento seja absurdamente maior.
Além dos juros, sobre o financiamento também incide o IOF, Imposto sobre Operações Financeiras.
CONSÓRCIO: ENTENDA MELHOR
O consórcio é a forma de poupar em grupo. Um sistema de compra parcelada, que reúne pessoas que querem adquirir um bem ou um serviço, por meio de autofinanciamento.
Os planos de pagamento têm variados prazos de duração e os grupos formados têm um número de cotas previamente determinado pela administradora do consórcio.
A cada mês os participantes do grupo podem ser contemplados através de sorteio, nas assembleias, ou pela oferta de lances, oferecendo a antecipação de parcelas para adiantar a contemplação.
Como o financiamento, o consórcio também proporciona ao consumidor a sensação de uma compra parcelada em vários meses, a diferença é que, por não ser uma modalidade de “empréstimo”, no consórcio não há cobrança de juros, e sim o recolhimento de taxa administrativa, que na maioria das vezes é bem menor que o valor cobrado pelos juros nos bancos financiadores, o que diminui em muito o valor final da compra.
ENTÃO, QUAL É A MELHOR FORMA DE COMPRAR UM CARRO?
É uma questão matemática. Ao fazer um financiamento, você aceita pagar a taxa de juros cobrada pelo banco escolhido e o IOF, nas condições estabelecidas pela instituição.
Se você não contar com um bom valor disponível para dar de entrada no financiamento, o valor final da sua compra tende a ser bem maior.
O melhor é fazer várias simulações com financiadoras e concessionárias e colocar todos os valores direitinho na ponta do lápis, inclusive os gastos mensais que o carro necessita todo mês, como combustível e manutenção.
Optando pelo consórcio, além de ter um gasto total menor, você ainda tem um pouco mais de tempo para se preparar para esses gastos, já que você pode não ter o veículo imediatamente.
Então, já decidiu qual forma pode ser mais vantajosa para você?

Saiba mais em http://www.gruposolucaoeassociados.com.br/

quinta-feira, 24 de março de 2016

A Liderança NÃO precisa ser um exercício de solidão...

Um dos primeiros conselhos que me deram sobre liderança foi que eu me preparasse para a solidão que ela traz. Era o conselho, muito bem intencionado sem dúvidas, de um gestor muito experiente. Eu ouvi. E nos meus primeiros passos como líder, eu tomei o cuidado de sempre manter uma certa distância - de todos, da minha equipe, das outras equipes, dos meus pares.
Alguns anos depois, estou aqui para desafiar essa máxima....será mesmo que a solidão é consequência de ser líder? Questiono. Com o passar o tempo, fui fazendo testes e percebi que não é preciso ser sozinho para ser líder, na verdade não dá para ser sozinho para ser líder.
É preciso estar próximo da sua equipe, é preciso contar com pares que possam servir como "conselheiros" vez ou outra.
A jornada do líder não pode ser solitária jamais uma vez que seu papel é conduzir a sua equipe rumo ao objetivo - não se conduz ninguém efetivamente se você decidir caminhar sozinho...

DICAS PARA SUA RECOLOCAÇÃO PROFISSIONAL

Buscar emprego não é uma tarefa fácil. Elaborar o currículo, procurar vagas, participar de entrevistas (às vezes uma, duas, três para uma mesma vaga), dinâmicas de grupo, testes… Sim, realmente é uma tarefa árdua, mas a sensação de conquistar o objetivo é ótima, não é mesmo?
Contudo, é necessário levar em consideração que nos últimos tempos as exigências na hora da contratação estão cada vez maiores e preparar-se para o mercado de trabalho tornou-se fundamental na hora de buscar recolocação.
Ao iniciar o processo de recolocação profissional é importante estar atento aos seguintes fatores:

Elaboração do currículo

Saber elaborar o currículo pode parecer, a princípio, uma tarefa fácil, porém há uma série de informações e detalhes que podem colaborar para que você seja convocado para uma entrevista.
Há dois pontos cruciais para isso: objetividade e clareza. Significa que é necessário detalhar as informações de modo que o leitor compreenda facilmente suas qualificações e habilidades.
Imagine que o recrutador recebe centenas de currículos diariamente e que no processo de triagem ele precisa visualizar os dados principais de forma rápida. Por isso é importante fazer do currículo o seu cartão de visitas constando: Seus contatos e dados pessoais, as datas de entrada e saída de cada empresa, realizações e resultados alcançados em cada emprego (Procure focar nas últimas três experiências), bem como sua formação, cursos e/ou certificações. Foto não é necessário, a menos que esteja candidatando-se a uma oportunidade que faça esta exigência.

Busca pelas oportunidades

O momento de buscar pelas oportunidades requer certa disciplina. Atualmente muitas empresas têm suas oportunidades divulgadas pelo próprio site institucional ou por sites especializados de empregos. São poucas as empresas que ainda recebem currículo físico.
Aqui vai uma dica essencial: procure manter seu currículo virtual sempre atualizado. Faça uma busca pelos principais sites de empregos e cadaste-se. Esteja sempre atento às divulgações e candidate-se às oportunidades que realmente estiverem de acordo com o seu perfil.
O mesmo vale para as oportunidades divulgadas em blogs, grupos ou LinkedIn. Muitos recrutadores utilizam estas fontes para anunciar oportunidades e há muitas opções de sites regionais também.
As agências de empregos ou consultorias de RH também divulgam oportunidades através da internet, vale a pena buscar pelas principais e manter seu cadastro atualizado. Sua oportunidade dos sonhos pode estar divulgada numa delas!
Outra dica importante: No momento de enviar o currículo, descreva no título do e-mail ou do site a vaga ou área do seu interesse.
Em meio a tantos currículos recebidos, você pode deixar de ser visto simplesmente por não enfatizar tal informação.
É interessante também escrever um texto breve de apresentação, afinal, numa busca rápida o recrutador pode facilmente se interessar pelo seu currículo.

O processo seletivo

Se você foi convocado para a etapa presencial, ótimo. Agora é o momento para mostrar suas competências e habilidades. Pode ser em uma dinâmica de grupo ou mesmo numa entrevista individual. Cada seleção terá uma forma de avaliação.
Convém ressaltar que o processo seletivo serve basicamente para buscar o candidato que se adequa melhor à oportunidade. Por isso, não há fórmulas mágicas para que você seja aprovado (infelizmente), mas certamente sua apresentação, postura e sua comunicação serão avaliadas pelo selecionador.
O importante é apresentar-se de forma adequada, agir com tranquilidade e segurança, falar com propriedade sobre suas experiências, qualificações e obviamente, sobre si mesmo!

Saiba o que é preciso para delegar corretamente.


Um dos grandes desafios das organizações é a retenção de talentos, que não é um trabalho apenas do Recursos Humanos e sim do gestor imediato. As pessoas não deixam as empresas, deixam os gestores. Isso é comprovado quando analisamos as entrevistas de saída das pessoas que pedem demissão. Saber delegar é umas das competências fundamentais de gestão de pessoas e há falhas porque há medo dos gestores em delegar ou eles não sabem como delegar bem.
Podemos pensar que há dois extremos em um contínuo de delegação de atividades: de um lado, há o gestor que não delega nada, ou quando delega faz a micro gestão de seus subordinados. Ficam sobrecarregados e não conseguem se concentrar em questões mais estratégicas. No outro extremo o gestor “delarga” e não estabelece pontos de verificação. Os subordinados se sentem abandonados e o gestor é frequentemente pego de surpresa com resultados ruins daquilo que delegou.  Para que o gestor possa melhorar a produtividade e diminuir a rotatividade de seu time, compilo aqui nove regras de ouro para quem precisa aprender a delegar de forma correta. Apesar de parecer simples, os erros são muito comuns e causam impacto negativo na produtividade das organizações.
Para delegar corretamente é preciso:
 Encare a delegação de atividades como uma oportunidade de desenvolver as pessoas de sua equipe.
  1. Prepare-se para delegar: defina o que será uma tarefa bem sucedida e quem da sua equipe é a pessoa mais adequada para se desenvolver com a tarefa
  2. Comunicar, estabelecer prazos e metas, ouvir se há questões e não ficar no caminho
  3. Estabeleça pontos de checagem, ou seja, as informações que precisa receber no curso da tarefa que está sendo executada.
  4. Diga os “quês” e “porquês”, deixe o “como” fazer com seus subordinados.
  5. Descubra quais as melhores tarefas para delegar. Por exemplo, delegue o tático, fique com o estratégico, delegue o que é de curto prazo, fique com o que é de longo prazo.
  6. Delegue para as pessoas que podem ser bem sucedidas na tarefa porque delegar é uma ótima maneira de desenvolver e motivar as pessoas.
  7. Dê um prazo realista, ou seja, mais tempo do que você mesmo precisaria para a mesma tarefa.
  8. Monitore, mas não fique obcecado com as tarefas que foram delegadas, estabeleça pontos de verificação e esteja disponível para tirar dúvidas.

O MEDO PARALISA E A CORAGEM MOVE.

À primeira vista julgamos que o medo paralisa e a coragem move. Aprendemos que os heróis vão para frente e os covardes ficam para trás. Que é a coragem que faz as pessoas e empresas tomarem decisões. Entende-se que avançar significa ousadia e paralisar é sintoma de covardia. Com isso, acabamos traduzindo medo pela função estática e a coragem pela atividade dinâmica das pessoas e organizações.
Pode ser uma surpresa, mas na verdade o medo é também o elemento que move as empresas e executivos, transformando-se numa grande força propulsora de decisões organizacionais.  E se isso era verdade antigamente, agora é mais do que nunca.
Quando Pedro Álvares Cabral descobriu o Brasil, foi financiado por Portugal com medo do domínio marítimo dos espanhóis. E a história está cheia de exemplos de povos que se atiraram numa guerra suicida por medo de serem atacados. Afinal, o que foi a Guerra Fria senão o medo mútuo de duas nações, quase levando o planeta à extinção.
O medo é o motor que move o mundo, que breca e acelera, que faz as pessoas e empresas agirem, e, algumas vezes, se imobilizarem.
Na verdade, quase todos os empresários e executivos hoje são movidos pelo medo. Às vezes se movimentam pelo simples receio de que seu concorrente o faça, antes dele. Outras vezes não se mexem com receio de tomar decisões equivocadas. Estamos num “stop or go” definido pelo sentimento de insegurança que acaba movendo as empresas por um lado e paralisando por outro, sempre por medo. Acabam vendendo uma parte de seu negócio ou se associando a uma multinacional com medo da globalização. Investindo em tecnologia com medo de ficar para trás. O medo se manifesta por uma tríade de dúvidas, inseguranças, incertezas e é a tônica atual do processo decisório.
Há alguns anos atrás, mais precisamente no ano 2000, cerca de 3 trilhões de dólares desapareceram da economia através de investimentos no setor da internet e das empresas “ponto com”. Podemos assegurar que pelo menos dois terços desse montante foram colocados lá em função do Marketing do Medo. Não foi por uma decisão consciente da importância dessa nova tecnologia, ou após uma compreensão da relevância que ela teria nos destinos daquela empresa ou setor de atividade. A grande maioria entrou na Internet com medo de ficar para trás.
A frase “não dá para ficar de fora” foi a mais utilizada nos últimos andares acarpetados dos edifícios corporativos e acabou gerando a maior onda de estupidez e erro de avaliação mercadológica da história moderna.
Medo é um sentimento permanente. A única coisa que se altera é o seu efeito positivo ou negativo sobre a economia. É o medo que determina as decisões corporativas e é o medo que traz as suas piores consequências.
 O medo positivo leva a economia para cima. Faz com que as empresas se expandam, acelerem suas decisões de investimento. Quando de repente o vetor do medo muda de direção, imediatamente a espiral se torna descendente e todos param de investir. Essa deve ser uma das explicações do por quê as crises aparecem de repente e de maneira tão inesperada.
Uma visão retrospectiva dos últimos cem anos vai nos mostrar várias fases de retração e expansão econômica mundial. Quando se faz uma análise mais profunda desses fenômenos, conclui-se que ambos são sempre determinados pelo medo positivo ou negativo que toma conta das pessoas e empresas.
Os administradores e gestores devem ter em mente que qualquer decisão empresarial precisa ser baseada em coragem e não em medo. Porque todas as vezes que decidimos por medo, os riscos dessa decisão acabam sendo exponenciais. A decisão baseada na coragem, seja ela de avançar ou parar, acaba sendo um processo equilibrado, sereno e consciente. Leva em conta fatores reais de avaliação e permite o controle do processo nas mãos da organização. Já a decisão pelo medo é exógena, repleta de variáveis incontroláveis. Quem decide não é você e sim os humores do mercado, os movimentos de seu concorrente, as notícias da mídia. Por isso, sempre que uma empresa opta pelo Marketing do Medo está se jogando de forma insegura rumo ao desconhecido.
Alguém já disse que a esperança venceu o medo. Pode ser na política, mas no mundo dos negócios o medo continua reinando absoluto, transformando a todos nós em verdadeiras vítimas do critério, levando-nos a decisões equivocadas, irracionais, emocionais e fora de tempo. E é preciso muita coragem para mudar tudo isso.

quinta-feira, 4 de fevereiro de 2016

Você não controla mais nada? como ser um bom líder nos dias de hoje!

Todo mundo já está cansado de saber que as novas tecnologias da atualidade impactaram profundamente a sociedade. A maneira com que as pessoas se relacionam, pensam e agem hoje não é a mesma que era há apenas dez anos. Essa mudança também impactou profundamente como as relações de trabalho funcionam. Então, como liderar nos dias de hoje? Isso também mudou? Para responder a essa pergunta, vamos recuar um passo e entender o conflito que ocorre em muitas das organizações contemporâneas.
O modelo hierárquico rígido nas empresas funcionou muito bem à época de seu nascimento (a Revolução Industrial) e por muitas décadas depois. Hoje em dia, já deveria estar mais que óbvio que esse modelo não se sustenta mais.
Então, por que tanta resistência? E, ainda mais perturbador, por que essa resistência vem do “topo da pirâmide” na maioria das vezes, mesmo que seja em detrimento do bom desempenho da empresa? A resposta é simples: esses líderes têm medo de perder o controle. Para vocês, temos uma má notícia: já faz algum tempo que você não controla mais nada.
Você pode não ter percebido ainda, mas essa é a realidade. O mundo de hoje simplesmente tem muitos canais, muitas possibilidades de interação. A vida profissional está cada vez mais interligada à vida pessoal. O ambiente físico, o escritório é cada vez menos necessário. Equipes são formadas por pessoas em diferentes unidades da empresa, em diferentes regiões e até mesmo países! As pessoas nunca estiveram tão dispostas a compartilhar suas experiências, a comunicação de uma via é cada vez menos aceita. Em um ambiente desses, as palavras “controle” e “poder” estão tão obsoletas quanto as tecnologias criadas na Revolução Industrial.
Mas então, como liderar nos dias de hoje? Charlene Li, especialista reconhecida internacionalmente em diversos campos, como mídias sociais, liderança, estratégia e marketing, tem 3 dicas simples para superar esse desafio. Você pode conferir em maiores detalhes em sua palestra no TED, mas aqui estão elas:
  1. Crie uma cultura de compartilhamento
Nos dias de hoje, em que o controle não existe mais, é essencial confiar que as pessoas saberão o que e quando compartilhar. Isso só é possível quando essas ações fazem parte do dia a dia no ambiente de trabalho. Quer um exemplo? A Elektro, Melhor Grande Empresa para Trabalhar no Brasil, escolhe eletricistas aleatoriamente para fazer apresentações para executivos de outras empresas que visitam a empresa para entender melhor sua cultura. Por quê? Não faz diferença se é o CEO ou o eletricista que vai falar sobre a empresa: ambos têm a mesma percepção do que é a empresa e sua cultura.
  1. Networking não é só para arrumar emprego
No ambiente de trabalho de hoje, pouco importa qual é a sua posição. A real influência dentro de uma organização só é conseguida por meio de uma rede de “seguidores”, não muito diferente do que ocorre nas mídias sociais, por exemplo. Os reais líderes de hoje utilizam a cultura de compartilhamento e transparência para engajar outros colaboradores de diversas áreas da empresa em seus projetos ou planos de ação. Assim, quando é hora de passar da teoria para a prática, se o trabalho foi bem feito, o projeto já nasce com diversos apoiadores, o que torna as chances de sucesso daquela ação exponencialmente maiores.
  1. Uma vez estabelecida, a rede é capaz de tomar decisões
Uma vez que essa comunidade é criada em torno de um objetivo comum atingido com sucesso, ela passará a trabalhar em conjunto em outras ocasiões, o que melhora (e muito) a tomada de decisão – já que dessa forma, haverá uma diversidade muito maior de perspectivas, visões e pontos de vista. Quando a decisão é tomada e implementada com sucesso, ainda mais confiança é criada, fortalecendo ainda mais os vínculos entre as pessoas. Disso resulta um ciclo virtuoso, capaz de engajar cada vez mais os colaboradores.
E a sua empresa? E você? Estão preparados para não ficarem parados no tempo?

quarta-feira, 27 de janeiro de 2016

GSA - Grupo Solução e Associados.


A GSA unificou se a necessidade de nossos clientes que sempre em situações diversas tinha que aderir a profissionais diferentes e muitas das vezes sem conseguir êxito e agilidade em suas ações e ou contratações de seguros ou serviços.
Através disso construímos um grupo de grandes profissionais especializados cada um em seu seguimento e alinhamos uma comunicação suave e nítida para que todos nossos clientes independentes da solicitação venham ser bem amparados e que nunca perca seus direitos e que sejam bem orientados para que possam seguir suas atividades sem empecilhos e com todo conhecimento necessário de seus diretos amparados pela lei.
Somos pioneiros no mercado, pois sabemos que quem faz tudo nunca faz nada, e por esse motivo unimos grandes empresas como: REPRESENTA, CENTRAL DPVAT, ADVOGADOS ASSOCIADOS, SAFE CORRETORA, ABASS PROTEÇÃO VEICULAR e excelentes profissionais como: ADVOGADOS, CORRETORES, DESPACHANTES, TÉCNICO DE SEGURANÇA DO TRABALHO MÉDICOS E FISIOTERAPEUTAS.
Com esse grande time temos as mais precisas informações e orientações com base no conhecimento de cada profissional, ajustando horários e agendas para atendimentos com a melhor sofisticação e em um lindo ambiente climatizado para sua agradável acomodação.
Venha nos conhecer e tirar todas suas dúvidas, pois estamos aqui para BUSCAR A SOLUÇÃO DE SEUS PROBLEMAS, que possam surgir nas adversidades de cada dia.
NOSSA MISSÃO:
Atender os clientes com muita agilidade e rapidez nas informações.

Contato:
gruposolucaoeassociados@gmail.com
kamartinsrs@gmail.com
51 3044 2002 / 51 9782 8496

domingo, 24 de janeiro de 2016

Capacitação com foco em resultados



Investir na qualificação dos profissionais é fundamental para aqueles que desejam enfrentar um mercado cada vez mais exigente.
 Existe um ponto fundamental que, para mim, é decisivo para o sucesso deste desafio: a responsabilidade das áreas envolvidas nestas capacitações: Recursos Humanos, lideranças e consultoria.
 O RH precisa identificar, através das avaliações de competências, quais são as competências que necessitam ser aprimoradas em cada profissional, além de organizar o checklist do evento e comparar os indicadores de resultados antes e pós capacitação para saber se surtiu resultados práticos para a empresa. Os líderes, por sua vez, serão os “treinadores práticos” no dia a dia, ou seja, irão acompanhar suas equipes verificando se estão colocando os conteúdo em prática.
 Para isto, precisam ser envolvidos desde o início onde são levantadas as necessidades. O consultor deve dominar o assunto, conhecer o dia a dia dos profissionais e o que a empresa deseja e apresentar as ferramentas práticas que facilitem o trabalho tanto dos líderes quanto de suas equipes, funcionando como agente provocador de mudanças fazendo as pessoas “quebrar paradigmas”
Sucesso,

segunda-feira, 18 de janeiro de 2016

Por que as empresas perdem seus melhores talentos?



Muitas empresas parecem viver um estágio de letargia, de hibernação. Durante meses, algumas vezes anos, envoltas em seu dia a dia acabam negligenciando um dos principais fatores de sucesso das empresas,GENTE! Costumo dizer que nenhuma empresa é maior ou melhor que as pessoas que nela trabalham, os colaboradores dão um duro danado todos os dias. Então porquê as empresas perdem seus melhores talentos a todo o momento? Por que a motivação some repentinamente favorecendo o não atingimento de metas e ganhos de mercado?
(1) Colaboradores felizes ajudam as empresas a prosperar.
Ninguém é feliz somente por estar em algum lugar, pessoas felizes fazem parte de algo, sentem-se de fato úteis e colaborando, não apenas seguindo ordens, mas contribuindo de forma proativa, sendo ouvidas, compartilhando conhecimento e principalmente entendendo claramente o que estão fazendo e para onde estão indo. Negligencie esta equação simples e lá se foi mais um talento da empresa.
(2) Afinal qual o meu papel nesta empresa e onde posso dar meu melhor?
Muitos gestores não dedicam o tempo necessário para montar o Job description de suas áreas, muito menos no momento que recorrem ao RH, empresas de recrutamento e seleção ou headhunters para vagas mais seniors. Definir o Core Business da área que atua é fugir da armadilha de ficar enrolado numa montanha de projetos que muitas vezes não deveriam nem ter começado.
É muito comum um colaborador, novo ou não, esbarrar em tarefas ou atividades que nada tem a ver com o Job description que os atraiu, muito menos com a entrevista que participaram. Para ampliar o quadro para pior,equipes constituídas e em pleno vôo se deparam com informações e diretivas contraditórias tirando muitas vezes o chão de quem estava performando, pronto para dar o melhor de si na finalização e consolidação de seus projetos.
Tenho acompanhado grupos de profissionais que voltam para casa todos os dias se perguntando de o porquê estarem envolvidos em determinados projetos e o quanto contraditório tem sido a atuação de suas áreas entre o que se fala e o que se pratica.
Vejo profissionais mergulhados em infinitas reuniões, uma após a outra onde em mais de 70% dos casos, tecem comentários do tipo: “Que perda de tempo, reunião chata e sem propósito, finalmente vou sentar na minha mesa para fazer o que precisa ser feito, passo a maior parte de meu tempo útil de trabalho montando apresentações para falar a mesma coisa ou justificar o que já se sabe...” Estas e outras questões permeiam o pensamento dos colaboradores 24 horas, 7 dias por semana.
(3) Autoritarismo e arrogância são mais comuns do que se imagina.
A correria do dia a dia, distrações, pressões por resultados, questões pessoais, falta de preparo profissional, medo, ego, a lista é enorme. Estas e outras, são as principais razões de tanto autoritarismo e arrogância dentro das empresas e de todas elas eu diria que o ego é o principal aniquilador de talentos. É incrível como muitos profissionais tem a síndrome do Bozó (personagem de Chico Anísio), muitos, da noite para o dia mudam de forma drástica. Antes colegas leais e participativos, agora acreditam que devem assumir uma nova postura, mais parece que ascenderam para uma casta nobre perdendo a chance de se tornarem ótimos colegas e talvez grandes líderes.
Outro grupo bem conhecido são os experts. Conhecidos como dominantes de suas próprias verdades, alguns chegam ao extremo quando diante de uma equipe com mais de duzentos colaboradores proclama seu conhecimento como soberano. Estes, acabam esquecendo que dois pensam melhor que um, três melhor que dois e assim por diante. Toda essa expertise vai ralo abaixo logo que percebe, que já que ele sabe tanto, 100 de sua equipe andam em marcha lenta, outros 50 ainda não entenderam nada e os outros 50 literalmente estão de braços cruzados esperando o circo pegar fogo. Autoritarismo e arrogância são um espelho que só reflete a autoimagem de quem vê somente a si próprio, sem perceber que ao quebrar o espelho é somente sua autoimagem que se desfaz e lá se foi mais um chefe insuportável e muitos talentos no meio do caminho.
(4) Feedback do medo
Simples assim, você deve viver isso na pele, basta falar em feedback e todos começam a tremer, ainda mais quando vem recheado de uma técnica de feedback que inicia elogiando e começa de verdade com MAS... Não é nada raro no ser humano enfatizar o erro ao invés de valorizar os acertos. Feedback deveria ser diário e de preferência positivo pois ninguém gosta de ser o patinho feio, as pessoas gostam de se espelhar em vencedores, não em perdedores. Feedback mal feito é como uma praga, só dissemina o terror.
(5) Quem aponta erros é punido ou banido
Como Vincente Falconi aponta, a política de enfrentamento pode ser mais positiva que parece. Quem aponta os erros é punido, quem fica na zona de conforto é premiado. Tudo errado, uma equipe forte é exatamente uma equipe de autocrítica, claro quando bem dosada, muitos tem a síndrome da Hiena do desenho da Hanna Barbera “Oh vida Oh dor” Uma vez nesse círculo só reclamam e nada constroem.
(6) Aniquiladores da criatividade
Não muito raro aparece aquele funcionário com uma ideia que imediatamente é rebatida, aquele funcionário ou equipe que apresenta um projeto de produto que utiliza a captura de imagens por exemplo de forma digital e a empresa sentada em cima de sua história rebate: Isso canibaliza nosso negócio”. Parece brincadeira mas foi o que aconteceu na Kodak. A câmera digital foi criada dentro da Kodak e hoje a empresa se resumiu praticamente a pó.
(7) 10, 15, 20 anos de empresa e uma medalhinha
Vejo muitas, mas muitas empresas laureando seus colaboradores. Uma festa, um diploma, uma medalhinha de ouro. Foram anos de dedicação e resultados, nada mais justo que fazer uma média de pontuação de desempenho em todos esses anos e dar uma engordadinha no bônus para que o colaborador possa levar a família para gozar umas boas férias ou comprar algo que deseja a muito tempo.Medalhinha é nada mais que dizer: "Obrigado você não fez nada além de sua obrigação!"
Afinal reter talentos para quê?
Porque é o capital humano da empresa, são nossos melhores colaboradores, nosso capital intelectual. É verdade, mas talvez ao invés de reter talentos simplesmente as empresas eliminassem de vez com o que já é sabido de todos. Nada do que foi dito acima é novidade, faz parte do dia a dia dos profissionais e das empresas.

Que tal 
disseminar uma cultura realmente onde a meritocracia seja aplicada, onde favoritismos sejam eliminados, onde profissionais qualificados sejam reconhecidos, onde a missão e valores da empresa de fato estejam presentes e não simplesmente nos cartazes nas paredes da empresa. Onde os funcionários desempenhem suas funções conscientes de que eles precisam, e muito fazer sua parte, de que não é papel apenas da empresa criar os meios e fazê-los manter mas sim de todos os envolvidos, acionistas, gestores e colaboradores.

Ninguém abandona terreno fértil e próspero, agradável e enriquecedor, ninguém abandona a empresa dos sonhos. Precisamos acordar para o fato de que estamos olhando na direção errada, criando plano após plano para reter pessoas quando na verdade devemos atacar as causas e não os sintomas que nos fazem perder talentos todos os dias.