O veículo já se tornou indispensável na vida das pessoas. E, atualmente, as montadoras têm facilitado cada vez mais o acesso à compra de um carro novo ou seminovo.
Na hora de comprar, duas das maneiras mais procuradas para se adquirir um carro são o consórcio e o financiamento.
Mas qual forma de compra é a melhor? Confira aqui quais são as diferenças entre uma e outra e saiba qual delas é melhor para você!
FINANCIAMENTO: ENTENDA MELHOR
Ao fazer um financiamento, o consumidor sente como se estivesse fazendo uma compra dividida em diversas parcelas.
O que acontece na realidade é que o banco concede um determinado valor de crédito ao consumidor, com o qual ele realiza a compra do veículo, e recebe o valor de volta em um número de vezes predeterminado — até 60 meses.
Parcelar o valor do automóvel, que é um item relativamente caro, pode ser uma saída para adquirir aquele sonhado carro novo ou mesmo o primeiro veículo, principalmente se você tem uma boa quantia disponível para dar uma entrada.
O problema é que financiando o veículo você não pagará apenas pelo seu carro, mas também os juros, cuja taxa varia de banco para banco e que fazem com que o valor final do financiamento seja absurdamente maior.
Além dos juros, sobre o financiamento também incide o IOF, Imposto sobre Operações Financeiras.
CONSÓRCIO: ENTENDA MELHOR
O consórcio é a forma de poupar em grupo. Um sistema de compra parcelada, que reúne pessoas que querem adquirir um bem ou um serviço, por meio de autofinanciamento.
Os planos de pagamento têm variados prazos de duração e os grupos formados têm um número de cotas previamente determinado pela administradora do consórcio.
A cada mês os participantes do grupo podem ser contemplados através de sorteio, nas assembleias, ou pela oferta de lances, oferecendo a antecipação de parcelas para adiantar a contemplação.
Como o financiamento, o consórcio também proporciona ao consumidor a sensação de uma compra parcelada em vários meses, a diferença é que, por não ser uma modalidade de “empréstimo”, no consórcio não há cobrança de juros, e sim o recolhimento de taxa administrativa, que na maioria das vezes é bem menor que o valor cobrado pelos juros nos bancos financiadores, o que diminui em muito o valor final da compra.
ENTÃO, QUAL É A MELHOR FORMA DE COMPRAR UM CARRO?
É uma questão matemática. Ao fazer um financiamento, você aceita pagar a taxa de juros cobrada pelo banco escolhido e o IOF, nas condições estabelecidas pela instituição.
Se você não contar com um bom valor disponível para dar de entrada no financiamento, o valor final da sua compra tende a ser bem maior.
O melhor é fazer várias simulações com financiadoras e concessionárias e colocar todos os valores direitinho na ponta do lápis, inclusive os gastos mensais que o carro necessita todo mês, como combustível e manutenção.
Optando pelo consórcio, além de ter um gasto total menor, você ainda tem um pouco mais de tempo para se preparar para esses gastos, já que você pode não ter o veículo imediatamente.
Então, já decidiu qual forma pode ser mais vantajosa para você?


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ResponderExcluirPrezados, o conteúdo publicado aqui foi copiado do Blog da Rodobens. Pedimos gentilmente que o conteúdo seja removido ou que a fonte da postagem seja exibida.
ResponderExcluirPor favor.
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Raphael Campos.