Eles são implacavelmente positivos. Os líderes convictos veem um futuro mais brilhante com muita clareza, e eles têm energia e entusiasmo para garantir que todos também o vejam. Sua certeza nos bons resultados é contagiante. Embora possa parecer natural, os líderes convictos sabem como acionar a positividade diante das complicações. Os pensamentos positivos silenciam o medo e os pensamentos irracionais concentrando a atenção do cérebro em algo totalmente livre de estresse. Quando tudo vai bem e o clima é bom, fazer isso é relativamente fácil. No entanto, quando você se estressa para tomar uma decisão difícil e sua mente é invadida por pensamentos negativos, isso pode ser desafiador. Os líderes convictos aprimoram essa habilidade.
Eles estão confiantes (e não arrogantes). Somos atraídos pelos líderes confiantes porque a confiança deles nos contagia e nos ajuda a acreditar que muitas coisas boas estão por vir. Como líder, o truque é nunca misturar sua confiança com arrogância e petulância. Ser confiante é ter paixão e acreditar na sua capacidade de realização. No entanto, quando sua confiança perde o contato com a realidade, você começa a achar que pode realizar o impossível e que pode ter feito coisas que você não fez. E de repente, o problema está em você. O resultado dessa arrogância é a perda de credibilidade.
Líderes confiantes também são humildes. Eles não deixam que a posição de autoridade e as realizações pessoais os façam sentir-se melhores do que os outros. Como isso, eles não hesitam em fazer o trabalho sujo quando necessário nem pedem que seus subordinados façam qualquer tarefa que eles mesmos não fariam.
Eles aceitam o que não podem controlar. Todos nós gostamos de estar no controle. Afinal, as pessoas que se sentem à mercê de quem as cerca nunca vão muito longe na vida. Porém, esse desejo de controle pode ser prejudicial quando você interpreta tudo o que não pode controlar ou tudo que é desconhecido como um fracasso pessoal. Os líderes convictos não têm medo de reconhecer o que está fora do controle. Sua convicção vem de uma crença inabalável na capacidade de controlar o que está ao seu alcance. Eles não imaginam a situação como melhor ou pior do que ela é, mas analisam os fatos como eles realmente são, sabendo que o único fator que realmente está sob controle é o processo pelo qual tomam suas decisões. Essa é a única maneira racional de lidar com o desconhecido e a melhor forma de manter os pés no chão.
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